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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Mais uma para vos alegrar do Dia dos Namorados

Sim, eu sou insistente e quero voltar a bater na mesma tecla. Só porque posso!

Aprendi mais um trivia de S. Valentim, para alegrar todos os gatos metaleiros deste universo. Aqui vai:

- Sabiam que o São Valentim, padroeiro dos namorados, também é o padroeiro dos epiléticos e da peste negra? Ah pois é!

Da próxima vez, se eu vos desejar um bom dia de peste, já sabem que é do fundo do coração e cheio de carinho...

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Bzzz

Quem é que consegue ter mosquitos no seu quarto em pleno Inverno, no Algarve, quem é?
Quem é que consegue fazer uma mísera sesta de meia hora e ser castigada pelos deuses com uma mordidela mesmo a meio da testa, quem é?

Eu não, claro que não.

Romance a granel


O dia de S. Valentim é amanhã, e é amanhã que inúmeras fêmeas e alguns machos se regozijarão com as oferendas dolorosamente oferecidas pelos seus respectivos companheiros. Naturalmente, no desinteressado interesse de facilitar a vida aos pobres pombinhos, a indústria do comércio contribui com umas sugestões humildes. Tudo isto, evidentemente, a pensar no romance. Nada mais que o romance. Pois.


Pessoalmente, fico com urticária perante o respectivo dia. Dizerem-me que tenho o dever e a obrigação de provar o meu afecto com um objecto qualquer neste dia específico é como obrigarem-me a ler Os Lusíadas do 7º ao 9º anos, e sempre os mesmos cantos e com as mesmas explicações. Ou isso, ou cólicas.


Quem quiser entrar no espírito da coisa de forma singela - ofertando uma única flor, uma estrela ou outra coisa qualquer embevecida - é, prontamente, apelidado de forreta. Se amas a desgraçada da moça, pah, tens que lhe oferecer um Lamborguini. E tu, gaja, se não lhe ofereceres uma boneca insuflável ou uma noite de sexo tórrido, és frígida, desgraçada e nunca mais o São Valentim te dará prendas ou namorados ou maridos de jeito (à semelhança de um Pai Natal irritado, estão a ver).


Sugiro que, a fim de se dar maior colorido a este tão especial e fabuloso dia, Portugal adopte uma mascote para representar todo o simbolismo do romance. Em vez do idiota do urso vestido de Cupido, ou do próprio Cupido, quem nem sequer era português, o parvo, embora contratar o Major Valentim Loureiro, vesti-lo com uns lençóis à cintura, armá-lo de aro e flecha, e largá-lo na Praça do Comércio para recitar uns inspirados poemas?

Contudo, apesar de eu ter noção que esta ideia é a mais genial de todos os tempos para o dia em questão, por favor lembrem-se que o arco e a flecha devem ser de brincar, não vá o Major ter alguma ideia nefasta... Ah, e outra advertência: uma besta (instrumento de caça medieval) não é uma alternativa saudável.


Por favor tenham esta imagem linda sempre em mente amanhã quando estiverem com os vossos respectivos. Grata.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

Sim... e agora?

Ontem, com a mania que sou uma cidadã consciente e tal, meti-me no autocarro em direcção ao Algarve e fui votar. O autocarro ia cheio, e gostava de pensar que era também com coleguinhas de voto, mas duvido, avaliando pela percentagem de abstinência que se verificou, bem à portuguesa.
Desta vez, o portuga não teve a "desculpa" de que estava um lindo dia para ir à praia, ou que estava um nevão tal que impossibilitava a sua saída de casa. Muito honestamente, desilude-me ver que as pessoas se desinteressam pelo processo democrático de voto, que é aquilo que define a nossa liberdade de escolha. Num tema tão polémico como o aborto, não deveria haver questões de evitamento ou de preguiça, devia haver, sim, uma mobilização para cada um dizer de sua justiça o que quer para o país.
Enfim, todas as coisas consideradas, quer concordemos ou não com o resultado do referendo, ganhou o "Sim." Quem não votou porque não quis, não tem o direito de discordar ou se felicitar demasiado com o sucedido, dado não ter tido uma participação activa neste processo. Contudo, temos agora um novo passo, que nos coloca algumas questões para o futuro:
  1. Agora que ganhou o SIM, isto quer dizer que acabaram os referendos a este tópico, ou que, à semelhança do anterior, daqui a uma década temos outro a perguntar aos portugueses se mantêm a sua convicção?
  2. Há propostas concretas e exequíveis para avançar com a IVG em estabelecimentos de Saúde autorizados, a lançar em tempo oportuno, ou também temos que esperar uma década para serem implementadas?
  3. Como vão fazer com os hospitais que, em massa, se declaram, antes do referendo, objectores de consciência? Obrigar os médicos a deixarem de o ser (algo que considero difícil e imoral, afinal de contas, todos temos direito à nossa opinião, seja ela qual for)? Contratar médicos que não o sejam para esses locais, transferir alguns que o são para outros locais?
  4. Como se processa isso com o pessoal de Enfermagem? Têm direito de se afirmarem objectores de consciência também?
  5. Os processos médicos vão ser confidenciais?
  6. Quanto vai custar uma IVG numa clínica privada?
  7. Agora que referendámos o "botão", podemos passar a falar do "fato", isto é, é desta que o Governo resolve apostar na educação sexual, para tornar quem tem ou deseja ter relações sexuais, pessoas responsáveis e conscientes?
  8. Como consegui eu escrever este post de forma tão adulta? (desculpem, mas não resisti...)

Posto isto, resta-me dizer que fiquei satisfeita com os resultados, apesar de ter achado que os argumentos, aquando das campanhas para ambos os lados, terem sido perfeitamente disparatados (salve-se a participação do Prof. Doutor Pinto da Costa - não, não é o Jorge Nuno! -, que foi a única lúcida e informada, na minha humilde opinião).

Agora, resta-nos esperar para ver. Espero que todo este processo seja tomado de forma adulta e que não haja as habituais trocas de galhardetes entre o "sim" e o "não", nem que se transforme esta questão de saúde uma cruzada religiosa, espiritual ou política. Sim, porque isto apenas começou... Juntemo-nos para evitar que sejam necessários fazer abortos - apostemos na informação da populaça!

sábado, 10 de fevereiro de 2007

Etiqueta?...


Como nem só de disparates vive o homem (vive também de gatos e, ocasionalmente, de piolhos), por isso resolvi colocar aqui um factor de irritação profunda com que me deparei há dois dias.
Recebi um mail dos Bichanos do Porto com um artigo de uma senhora que escreve para a revista do jornal Sol. Esta senhora, aparentemente, tem o propósito de dar noções de etiqueta aos seus leitores; desconheço se das outras vezes o seu papel foi bem sucedido, mas posso mostrar como NÃO o foi desta vez.


Como não pude deixar de passar isto em branco, resolvi escrever à autora em questão e dizer-lhe umas coisinhas. Vou viver perigosamente e colocar aqui o dito e-mail:


"Cara Sra,

Tive o desprazer de ler a sua rubrica "Consultório de Etiqueta" intitulada "O Insuportável Gato". Sinceramente, gostava de saber onde adquiriu a sua fabulosa qualidade de enxovalhar os ditos animais (e, por arrasto e sem pudor, todas as pessoas que gostam dos mesmos), dado que a sua "escola de etiqueta" ficaria, decerto, encantada com a sua aluna pródiga. Ser capaz de, em breves linhas, ser pretensiosa, mal-educada, ignorante e incómoda é um patamar a que poucos se podem orgulhar de atingir.

Dado ser psicóloga de profissão (e sim, como deve calcular, amiga dos animais todos em geral), sugiro-lhe que adquira algumas publicações referentes a distúrbios fóbicos, para melhor poder aconselhar, da próxima vez, as pobres leitoras que tenham medos. Qualquer profissional da minha área lhe dirá que não é a fugir do objecto fóbico que se cura a fobia, muito menos quando este é inócuo. A senhora, na sua tentativa de ser empática (e, desculpe, antipática), não fez mais do que reforçar a noção que a D. Ana Isabel Lima tem dos felídeos, ou seja, piorou a vida à sua leitora.

Falando como amiga dos animais, sugiro-lhe também que pondere a sua vida caso tivesse que abdicar dos seus confortáveis desodorizantes, caso fosse pontapeteada com violência sempre que desagradasse ao próximo. Já agora, desejo, de todo o coração, que a sua esteticista nunca entre de férias, dado que poderá ser acometida de um imenso "calor peludo, imensamente repelente," coisa aborrecida para uma senhora da sua fina estirpe e belo trato social.

Por fim, e reforçando o facto de ser psicóloga, ofereço-lhe uma consulta grátis, para a ajudar a ultrapassar esse medo irracional que tem de tudo o que tem mais que duas patas. Também lhe emprestava os meus gatos, mas eles são animais sensíveis e educados, estou certa que se sentiriam melindrados com a sua presença menos peluda, mas igualmente repugnante.

Posto isto, despeço-me, desejando que a sua estadia na revista da "Sol," de futuro, seja mais produtiva e culta. Os momentos infelizes que temos na vida, quando propositadamente criados são, esses sim, uma "ordinarice indesculpável."


Leonor Calaça"



Charã! Agora vou aguardar pacientemente por todos os pedidos de desculpa dela. Ah, e claro que me vão chover propostas de escrita jornalística em imensas revistas de prestígio...

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

Ups...

Hoje tive uma shopping spree. Como boa mulher que sou, experimentei tudo e mais alguma coisa (mas com o meu lado masculino sempre a resmungar - é giro esta coisa de termos um lado feminino e outro masculino, sempre dá um certo colorido esquizofrénico à vida), e comprei alguns trapinhos que me fazem imeeeeensa falta. Aliás, a minha vida dependia mesmo daquelas calças recém-adquiridas...

Já que estava numa de ver coisas, resolvi também ir à caça de cortinados. Entrei n' A Loja do Gato Preto mais próxima e pus-me a mirar os ditos como se não houvesse amanhã (confesso que não sei o que é que isso quer dizer, mas achei que ficava giro dizê-lo). Uma menina aproximou-se de mim, solícita, e perguntou-me se necessitava de ajuda. "Sim," respondi-lhe eu, "gostava de saber se, porventura, irão receber mais mercadoria desta em breve." A funcionária pergunta-me qual a côr que desejo ao certo, pelo que aqui a inteligente (sim, eu!) lhe responde, sem pestanejar: "preto, e grosso!"

...

Obviamente que não me descosi depois do faux pas, limitei-me a aproveitar o ar doutoral que a roupa me conferia e referir que tinham que ser bem opacos, porque a ideia era obliterarem completamente a luz do dia, e tal... e tal, e... lá está, porque... isso.

Lição de vida: sempre que tiveres uma shopping spree, por favor vai para casa antes que ela te estupidifique por completo e te faça derreter os poucos neurónios que te tenham sobrado da adolescência...

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

"E viveram felizes para sempre"

Todos os meninos e meninas pequeninos já leram, ou lhes foi lida, a dada altura na sua vida, uma "história de encantar". Princesas lindas, príncipes heróicos, aventuras excitantes que, apesar de todos os perigos, acabam sempre em bem - que é, como quem diz, num "viveram felizes para sempre".
Ora, quem conhecer o meu passado sabe que eu vivi bem mais os desenhos animados Manga e sucedâneos do Dragon Ball do que o amigo La Fontaine e seus coleguinhas, fruto da vivência na China. Assim sendo, confesso que tive pouco contacto com príncipes e princesas e magias de encantar (embora as animações do Sr. Disney da Bela Adormecida e coisas dos Marretas me tenham mantido minimamente actualizada). Na altura, a bela frase do fim de cada história soava-me sempre bem, natural, bonita: toda a gente, afinal de contas, vivia feliz para sempre, certo?
Errado! E aí é que está o meu protesto. Quem é que raio se lembrou de oferecer às criancinhas fantasias que depois não se concretizam na vida real? Afinal de contas, há imensas pessoas pelo mundo fora que, em jeito de mentalidade americana legal (leia-se "parva") vão achar que o La Fontaine foi lesivo na sua formação de vida e vão querer processar o senhor por obra danosa e exigir uma indemnização pelos anos de vida mágica perdidos. E lá se vai revolver ele na tumba, o pobre.
O facto é que, na vida real, não há príncipes. Os homens não aparecem em cavalos brancos. O primeiro beijo, depois de todos os perigos e afins passados, não garante a resolução de todos os problemas, nem o amor aos 16 anos de idade será para a vida toda (ah pois é, Aurora, sua gaja adormecida!) As meninas não são da realeza, não são todas desamparadas ou lindas de morrer, nem se faz sempre Justiça. A vida real, quando é vivida em pleno, está cheia de alegrias, sim, mas também as desilusões fazem parte dela.
Deste modo, sugiro aos criadores modernos destas historiazinhas ditas "de encantar" (ou "de enganar", digo eu) que façam umas adendas no fim, em estilo de etiquetas de aviso nos electrodomésticos americanos:
  • O príncipe, na verdade, cheira mal dos pés e dá um peidinhos mal-cheirosos de vez em quando;
  • A princesa sofre de SPM e vai acabar por engordar uns quilinhos valentes dali a cinco anos;
  • Os sogros de ambos são uns chatos e vão fazer visitas constantes ao casal, azucrinando-lhes e paciência com frequência;
  • A internet não existia nestes tempos, nem a televisão ou o rádio, pelo que ou as pessoas se entretinham a bordar coisas foleiras ou a arranjar desacatos para ter duelos;
  • O irmão do príncipe é bem mais giro que ele e a princesa vai-se arrepender de ter escolhido tão cedo;
  • O príncipe tem a fantasia de ver a sua esposa com outra aia, levando um estalo na cara e dormindo no sofá sempre que o sugere à princesa.

"Viveram felizes para sempre"... tal como na vida real.

A Gerência não se responsabiliza pelos danos causados aos Tribunais americanos ou de outra nacionalidade; contudo, caso haja algum processo instaurado que resulte em indemnização, a Gerência informa que quer 50% dos lucros - afinal de contas, a ideia toda xpto veio deste maravilhoso (esse sim, mágico!) blog.

sábado, 20 de janeiro de 2007

Aviso da Gerência

A Gerência informa os demais simpáticos leitores que se encontra em mudança de instalações físicas, pelo que não tem podido frequentar os espaços cibernéticos com a assiduidade com que desejaria. Contudo, assim que estiver passada a azáfama primária, todos os seus funcionários (leia-se "neurónios") voltarão, dentro da força possível, a marcar a sua pobre e fustigada presença neste blog de tão elevada categoria.

Gratos pela presença, leitura e crítica, subscrevemo-nos com as maiores vénias virtuais.

A Gerência

quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

Pérola IVG

"Devemos ser contra o aborto porque isso é matar um ser humano, e toda a gente sabe que o mundo sem seres humanos não existe"

(Homem inteligente ontem ou anteontem no Telejornal)

A gerência pede desculpa aos dinossauros, que obviamente não podiam existir, porque não estava nenhum ser humano por lá para testemunhar a coisa.

Natal?

Tendo consciência que o Natal acabou, oficialmente, a 6 de Dezembro, e tendo em conta que sou uma pessoa 100% saudável e sem um pingo de paranóia nas minhas fibras mentais, devo dizer que não me incomoda nada passar na rua no dia 10 e ainda ver decorações natalícias e ouvir musiquinhas condizentes, patrocinadas pela Câmara Municipal. Oh, não. Nem uma gota de preocupação, estou certa que não se trata de uma manobra comercial para tentar esticar o Natal até à Páscoa. Contudo, pelo sim, pelo não, vou colocar o meu chapéu de alumínio em forma de cone para impedir os extraterrestres de lerem as minhas ondas cerebrais.

No entanto, por muito excitante e fabuloso que fosse eu passar o resto deste post a falar das manobras vis e escondidas do FBI, Governo e ETs, quero mostrar-vos, caros amiguinhos, a mais maravilhosa decoração de Natal de todos os tempos. Só porque sou querida e quero que todos os meus fabulosos leitores tirem ideias daqui e tenham noites descansadas. Sim, eu sou a Martha Stewart dos blogs metaleiros.

Pois bem, aqui têm! Maravilhem-se.


Reparem na alvura do anjo (que, incidentalmente, tem as asas coladas ao contrário, o pobre, se tentar voar em direcção ao céu estatela-se no asfalto), no seu ar sereno enquanto rapta a criancinha, que chora de hipotermia (afinal de contas, o bebé está em roupas menores e é Inverno, como podem reparar pelo pormenor da neve, por amor dos Deuses). E, pedra de toque da maior finura, ele segura um sino a anunciar que leva a criancinha com ele e não há nada que possamos fazer para o impedir. É poesia em movimento, senhores e senhoras!

Como referi, não sou paranóica. Sou mesmo, mesmo saudável. Como tal, não me vou interrogar porque é que este Natal não foi bafejado por uma torrente de chuva que encharcasse esta visão apocalíptica, nem sequer vou achar que o dono da obra de arte a vai manter até à Páscoa na sua varanda, altura na qual substituirá o bebé por um senhor barbudo adulto, igualmente em trajes menores...

quarta-feira, 3 de janeiro de 2007

Parabéns a mim



A minha melhor prendinha é saber que os meus peludinhos são uns fofinhos. E metaleiros. Ah pois.

(Sim, alterei a data deste post para calhar no dia 3, precisamente à hora do meu nascimento. Na verdade, escrevi-o no dia 4. Que maquiavélica.)

terça-feira, 2 de janeiro de 2007

Ano Novo, Treta Igual

Não percebo o conceito de "mudar de ano". Então o antigo já não presta, é? Deita-se fora um ano perfeitamente bom, limpo e arranjado, assim sem mais nem menos, e nem se pensa nos seus sentimentos? Alguém perguntou ao ano velho se quer ser despachado assim com tão pouca consideração? Pois é. Eu protesto.

Tenho pena do ano velho. Toda a gente deseja que o novo seja melhor, que não haja tanta injustiça, que haja mais paz, mais dinheiro na carteira (vai sonhando, lusitano), mais momentos de ternura com os filhos. E o ano velho pensa na sua vida quando era pequenino e toda a gente olhava para ele com a mesma esperança. Aposto até que, se o ano velho tivesse olhos, cairiam ali umas lagrimazitas de tristeza.

E, de resto, confesso que o ano novo me desilude sempre. Dão-se as mágicas doze badaladas e o mundo fica na mesma, os carros não começam a voar, não há pontes sem portagem, não há teletransporte... um aborrecimento.
O ano novo alegra-me por saber que, pelo menos, é um bom pretexto para estar com pessoas amiguinhas e de quem gostamos (aqui vai a graxa pós meninos e meninas que sabem quem são)...

Por isso, rabujices à parte, desejo a todos uma boa vida, ano após ano, e que vivamos para ver teletransportes e coisas que tais.