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terça-feira, 28 de agosto de 2012

...And it rises from the ashes!

Está aí alguém?...

...Voltei. 
O blog vai ressuscitar.

(Não me batam pela ausência. Está aí alguém?)

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

England again


Agora que sou uma body piercer importante e cheia de manias de estrela e tal, coiso, vou a Londres por uns dias para assistir à Convenção de Tatuagens. Prometo fotos para o regresso. Claro que, conhecendo-me como me conheço, será Natal e ainda vou estar a postar as imagens do evento aqui...

Mas vocês gostam de mim assim. Certo?

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Hoje

Hoje foi o melhor dia da vida de alguém.

Hoje, alguém pediu para não nascer.

Hoje alguém ganhou a lotaria.

Hoje alguém resolveu enfrentar os seus maiores medos.

Hoje alguém foi feliz com alguém triste a seu lado.

Hoje, alguém não desistiu do seu sonho.



Hoje, eu disse um último adeus ao M&M e chorei a sua partida. Descansa em paz, amigo. Nunca te esquecerei.

sábado, 28 de agosto de 2010

E, já agora...


...Já comecei a trabalhar. Estou a adorar furar pessoas, nunca pensei! E, num tom um bocadinho sádico, dá-me um certo gozo chamar mariquinhas aos homens de barba rija que me pedem um piercing no mamilo, mas depois choramigam quando vêem a agulha...

A Saga Viagem VI

Isto já parece as obras de Santa Engrácia, Viagem Style. Vou deixar de ser preguiçosa e adiantar mais um post sobre a minha ida a Glastonbury. Não tenho muitos mais, podem estar descansados!

Hoje dedico-me às coisas interessantes, quiçá invulgares, com que me deparei naquela vila. Com suporte visual, claro está, para que os meus queridos também sintam que lá estiveram.



"Rabo Fechado" parece-me um bom nome para um bairro tuga


Um aviso que nos salva a vida?

"Tira-me daqui!"


Sim, é uma cabine telefónica. Sim, está cheia de... peluches. Nem pergunto nada...


A janela mais amiguinha do sexo feminino (e de alguns meninos, vá, admitam!)

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Cogitações de nome

Como sabem, é hábito no nosso país os nossos paizinhos pegarem nos seus respectivos apelidos e darem-nos aos seus filhos aquando do registo. Como eu tenho paizinhos diferentes da norma, isso não aconteceu totalmente comigo.

Para começar, um dos meus apelidos foi cortado a meio. É um daqueles apelidos meio finórios, que teriam hífen aqui há uns anos atrás, e o meu pai decidiu que eu só era digna de ser meia finória, para não crescer com manias de que era gente. E assim, puf, vai-se um apelido.

O último nome da minha mãe é Gigante. Ela resolveu ter misericórdia da sua filha e não me deu o apelido, o que só revelou bom senso e capacidade de adivinhar o futuro, porque cresci tanto, mas tanto, que o alto do meu metro e cinquenta e seis centímetros ia ser demasiado para fazer juz ao nome. E assim, puf, vai-se outro apelido.

Deste modo, com tanta censura e corte, fico só com cinco apelidos. Está mal, porque a minha elevada condição social pede que tenha aí uns oito ou nove, devidamente hifenizados e com grafia estrangeirada, tipo, sei lá, um "Callaça" ou "Ghigantte." Tinha sido bonito, digo eu. É por estas e por outras que não apareço na Caras. Que pena.

Contudo, como a menina inteligente que sou, tive a espantosa e linda ideia de juntar o meu último nome com o apelido que a minha mãe me negou e criar toda uma nova personalidade, digna das revistas cor-de-rosa. Pus a cabeça a pensar muito, muito, e cheguei a duas combinações possíveis:
  • Gilaça
  • Cagante

Er... Pensando melhor, se calhar é melhor não.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Publicidade e kharma


Tenho estado a trocar mails deliciosos com a Trinca Espinhas. Não, não andamos a trocar receitas, mas o sabor du jour são os disparates e eu, já se sabe, deliro com disparates. O tema predominante tem sido gatos, o que é uma coisa estranha, como devem calcular - eu, gostar de gatos? Pshhh.

Momento publicitário: vão ao blog dela! É divertido e pateta como o meu, por isso vale a pena. Claro que o meu é melhor, mas eu sou uma pessoa justa e gosto que os segundos melhores também tenham direito ao seu momento debaixo do sol. E, estando 41ºC lá fora, acho que ela deve ver isto como uma prova de verdadeira amizade.

Nos mails que eu e a Trinca andamos a trocar, ela menciona uma das gatas dela, uma menina adorável que mija a cama, a banheira, roça-se por todo o lado, mia que nem uma Maria Callas felídea e ressona. Aproveitei logo a oportunidade para lhe dizer que ter-lhe caído uma gata destas na rifa só pode ser kharma, e culpei a vida anterior dela. Eu sei que tenho razão - gente com gatos ruins só pode ter sido uma pessoa horrível numa outra vida.

Proferidas (ou escritas) as palavras, lembro-me logo do meu adorável persa, o M&M das estepes, que mija o chão, mia aos gritos, exige atenção de hora a hora, resmunga quando é acordado porque já não nos ouve a chegar (está surdo), tem cataratas no olho que lhe resta e tártaro maldito nos dentes...

Ora, se cada um tem o gato que merece, e se o meu parece ser claramente mais ranhoso... isso quer dizer que a Trinca se calhar foi ladra na outra vida, mas eu devo ter sido mesmo assassina... Será?

domingo, 25 de julho de 2010

Pensamento do Dia

Se chamamos "paciente" ao gajo que está no médico...

...chamamos "impaciente" ao gajo que está saudável?

sábado, 10 de julho de 2010

Saga Viagem VI

Não vi animais abandonados em Glastonbury. Tipo como acontece em Portugal, estão a ver? Vi alguns gatos na rua, mas eram animais bem tratados, de ar descontraído. Estavam nos seus passeios matinais, como quem não quer a coisa. Só porque podem.

Conheci esta menina de ar simpático, fiz-lhe "pshh pshh" e eis que se veio logo roçar em mim, a oferecida.

"Snif snif... deixa ver o que trazes aí..."

"O quê? Sem cheiro a gato? Deixa-me tratar já disso!"

"Pronto. Agora finjo que não te conheço para me parares de melgar."

sexta-feira, 9 de julho de 2010

A Saga Viagem V

Isto já está a parecer as obras de Santa Engrácia, com o tempo que estou a demorar a relatar a viagem, mas vocês gostam de mim assim.

Hoje há imagens do Tor. O Tor é uma torre que fica no alto de uma colina e é uma carga dos diabos para lá chegar. Os meus pulmões, a dada altura, ficaram-se pelo caminho. Infelizmente, sobrevivi para vos martirizar com as fotografias.

Tal como eu disse: longe como o caraças

Já menos longe. Um dos pulmões já se tinha ido por esta altura.

Oh pra esta maravilha de fotografia, com o sol por trás de mim
e as nuvens do dilúvio atrás da torre.
O homem que ali vêem sacou, a dada altura, de uma
flauta e tocou uma melodia toda mística. Ah, Avalon!








Olhá linda vista!



Afinal, parece que estive mesmo lá. Só para me lembrar.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Pensamento do Dia


Às vezes, quando menos esperas, o amor está mesmo à tua frente.

Novidades gateiras

O meu doentinho está melhor! YAY! O meu insuficiente está mais suficiente e já só precisa de fazer soro subcutâneo, ou seja, já não precisa de cateter na pata e só precisa de soro durante 15 minutos. Alegria!