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domingo, 7 de maio de 2006

Comunicado à Nação

Gostava de por este meio desmentir o anterior comentário. Eu de facto, ao contrário do que foi aqui afirmado, não existo. De resto, nem gosto muito de Camus. Acho-o um pouco deprimente, e não existindo, deixo-o irritado porque lhe frustro anos de trabalho filosófico.

Tenho Dito.

3 comentários:

Raquel Santos disse...

passei só para conhecer e gostei deste blog tão original
bjcas

prometo voltar

Anónimo disse...

sim, realmente o Camus definia o absurdo, ou seja, a si. Não admira que não lhe agrade.

Tiago de Lemos Peixoto disse...

Duvido que o dito senhor tivesse a presciencia de saber do meu nascimento 18 anos após a sua morte, ou que tal o afectasse de tal forma a basear o seu trabalho filosófico de torno da minha pessoa. Decerto o caro anónimo (e que coisa mais absurda e vazia de propósito não será o perder tempo em comentários ad hominem feitos de forma anónima!) coloca demasiado peso e importância na minha existência. Faz bem. Sou mesmo admirável. Muito embora não exista.